Spiga

Discutindo essa mídia sensacionalista.

Obrigado pelos comentários no texto anterior.

A mídia realmente está um problema, claro que isso não é de hoje - quem viu a "Revolução dos Bichos", onde a tv é satirada em uma parte como material de manipulação? - o problema é que os reflexos a tudo isso está em nosso redor.

Já parou para pensar na "cabeça" dos jovens de hoje em dia? Na minha opinião decaiu muito desde o passado (em geral). O que quero dizer com isso é que hoje o jovem se preocupa com qual time vai vencer ou quem vai beijar quem na novela. Antigamente um jovem com 18 anos estava casando e tendo suas responsabilidades, hoje temos a síndrome do Peter-Pan (o jovem com medo das responsabilidades). Como consequência temos um povo alienado que aceita tudo sem questionar - Alguém já viu os preços dos produtos no mercado? - Mas isso é exatamente o que o governo quer. Um povo alienado. Um povo controlado.

Isso lembra aquele passado distante dos tempos dos coliseus onde davam espetáculos ao povo para distrair sob o aumento dos impostos. Será que isso realmente mudou?

"Na prática: a mídia deveria ser um espaço mais aberto para promover discussões públicas, participação social e informações locais úteis ao cidadão(que não tenham a ver apenas com esportes ou violência), que passa a partir dessa visão a ter mais poder e lutar pelos seus reais direitos." (Comentário do amigo Sérgio)

E não apenas isso, o problema, como o Nando comentou, é que o povo é quem alimenta isso com "essa curiosidade mórbida do povo por tragédias". O problema não está em apenas passar coisas ruins, o problema é que isso atinge a massa e influência sim. Nem todos tem o "poder" de trocar de canal e, quando tem, para qual canal trocar?

Enfim, a mídia está, em geral, cada vez mais sensacionalista e o foco é o que dá audiência e o que dá audiência é porcaria para o povo brasileiro. Essa é a verdade.

Alguém sabe o que podemos fazer a respeito? Não gosto de pensar em continuar assim. Um boicote seria impossível. Está aberta a discussão.


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11 COMENTÁRIOS:

  J. Colin

4 de junho de 2008 09:48

Interessante, só pq eu to fazendo jornalismo, né? mas sim, nós vamos dominar o mundo! muahahaha!! vamos controlar suas mentes e ainda obrigá-los a trabalhar de graça para nós para sempre!


PARA SEMPRE!!!
MUAHAHAHAHA!!!! (6)(6)(6)


P.S: Não percam "A Favorita", a nova novela da Globo, de segunda a sabado no seu horário PrEfErIdO!!

  patirosana

4 de junho de 2008 10:45

É interessante que vc levante essa questão. O filósofo Theodore Adorno já levanta questões a esse respeito na primeira metade do século XX.
A Imprensa e os meios de comunicação são ferramentas de grande poder, um poder tão grande, que na história da humanidade só se viu UMA ferramenta de igual magnitude: A Religião.
E da mesma maneira que a religião manipula as massas, assim a imprensa o faz.
Proposta de solução? Até hoje só vi uma: "A Erudição"

  Gato-do-mato

4 de junho de 2008 12:16

err Sr. J. Colin!
Esperava um comentário melhor de um ser pensante e futuro jornalista :D

palhaço! haha

  Gato-do-mato

4 de junho de 2008 12:18

Pati!

Muito obrigado por ter comentado!
Já pensou em ser jornalista?
Achei bem interessante a questão que você levantou sobre o assunto e principalmente o contexto que você fez!

Vou pesquisar mais sobre "A Erudição" e postarei outro dia sobre.

Beijos!

  J. Colin

4 de junho de 2008 14:03

Desculpe, o ser pensante e palhaço aqui não tava afim de brincar de debate. Mas agora que vc xingou a mãe, vamo lá...


É muito fácil dizer que a mídia, a televisão, a moda e até a religião são manipuladoras, muito fácil. Cada um destes tem um objetivo bem definido e distinto, que é comum a população.

Quando alguém liga a televisão, por acaso aparece um grandalhão do seu lado que o obriga a continuar assistindo a ela, ou a determinado canal? Ou quando alguém passa em frente a uma loja, os vendedores o obrigam a comprar seus produtos? De modo nenhum.

Tudo o que a televisão, a imprensa, os vendedores, as empresas, a moda e a mídia em geral fazem é simplesmente Publicidade. Propaganda persistente de seus produtos e/ou de si próprios. "É assim que eles fazem e fazem muito bem", segundo Humberto Gessinger. Eles induzem o público a comprarem e a gastarem tempo e dinheiro. E em um mundo capitalista como o atual, quem não precisa fazer isso? E há muita diferença entre induzir e manipular.

O que há de falho é a personalidade das pessoas. Que SE PERMITEM alienar-se. Não há manipulação em nenhuma parte desta história, nem implícita. E propaganda não é forma de manipulação coisa alguma. As pessoas tachadas de manipuladas ou alienadas têm caráter falho e fraco e, conscientemente ou não, se tornam dependentes da televisão, da moda, do diabo a quatro, qualquer coisa que a diga o que fazer, como se comportar e principalmente o que comprar.

A Imprensa também é falha, enquanto é apenas formadora de opinião. Ela não te obriga a ter uma determinada opinião, mas sempre te apresenta mais de uma possibilidade. Nota: falo da Imprensa, não de um meio de comunicação específico. Quando uma certa revista, por exemplo, apresenta um fato que induza o leitor a ter determinado pensamento pronto, sempre surge um outro meio de comunicação que o mostra o outro lado da moeda. Não importa os argumentos, o receptor sempre tem a oportunidade de se posicionar a favor ou contra determinado tema proposto. A meu ver, a Imprensa deveria não só formar “opinadores”, como deveria mobilizá-los a exercer tal opinião de forma prática, agindo, agitando, fazendo a diferença. Do contrário, para que serve uma sociedade opiniática, porém imutável, que não evolui?

Mas nem todos os indivíduos da sociedade se comportam assim. Muitos necessitam que lhe ditem o que pensar. Imprensa, mídia e moda não têm poder algum sobre as pessoas. Cada um é responsável por si próprio e pelas decisões que toma. Ninguém é vitima dos meios de comunicação. Como dizia o eterno Capitão Planeta: "o Poder é de vocês!"

Quando se trata de religião, estamos indo pra outra vertente social que NEM SEMPRE está totalmente ligada ao mercantilismo. Há quem diga que muitas igrejas ou religiões existem apenas para extorquir o dinheiro de seus fiéis. Mas, se você parar para pensar sem basear-se em idéias pré-elaboradas, quantas empresas não fazem isso? Quantos políticos no mundo todo, quantos clientes não aplicam golpes em empresas ou no governo? Hoje em dia, essas supostas "igrejas" não são maiores ferramentas de roubo do que qualquer outro tipo de trambique. Enganar as pessoas pela fé, fazer a promessa de um bom investimento, vender produtos falsificados, entre outros, estão tudo na mesma categoria.

Agora, falando de religião historicamente, houve Manipulação sim, para não falar em ditadura e assassinatos. Como todos estão cansados de saber, a Igreja Católica obrigou sim milhares de pessoas ao longo dos séculos a seguir exatamente suas doutrinas (suas ordens). Além de manipular e deter informações, livros, documentos históricos, inscrições bíblicas, etc. E a quem não obedecesse, a fogueira. Alguém se lembra da Inquisição? Aliás, quantos pensadores, filósofos, cientistas tiveram que interromper seus estudos, suas experiências e renunciar seus ideais para não serem condenados pela igreja católica?

E isso durou por tanto tempo e foi de forma tão intensa que hoje, mesmo já tendo perdido tanta força de influência, manipulação e poder sobre a sociedade, a sociedade tem profundas marcas, cicatrizes e feridas ainda abertas dessa época: o preconceito (de raça, de orientação sexual, de gênero, etc.)

Talvez seja por causa disso que hoje existem essas pessoas de caráter fraco e personalidade medíocre acostumadas a ter alguém ou algo que lhe digam o que fazer, o que pensar, o que vestir, o que comer e pelo o que se interessar.
Não culpem a Imprensa, a mídia ou o que for pela alienação da sociedade (ou grande parte dela). A culpa – se é que existe mesmo – é de cada um.

"A culpa é minha e eu jogo em quem eu quiser" não se aplica aqui.

  patirosana

4 de junho de 2008 16:00

Olha Colin, com todo o respeito,
Concordo com vc em alguns aspectos, mas sou obrigado a discordar da defesa que faz à imprensa.
É fato que os indivíduos pertencentes a "grande massa" são facilmente sugestionáveis. Na Brasil este aspecto se revela ainda mais intenso devido ao seu histórico: a colonização, a cultura desenvolvida nos primeiros anos da colônia, a atuação do Império, da Igreja, do Estado ao longo dos anos, etc e tal.
Porém, a idéia que se salienta com a chegada dos séculos XX e XXI é a respeito da "função social" exercida pelas várias entidades.
A Religião por exemplo, ao mesmo tempo que cumpre um papel social de zelo pela humanidade, adversando o caos, também realiza um processo que eu prefiro chamar de "paralização mental" ou que alguns preferem chamar de "alienação".
Porém, quando criada, a proposta da Igreja não era a de tornar o ser crítico e pensante. A proposta das religiões, neste caso as cristãs, sempre foram a de disseminar os princpipios cristãos. A Religião, portanto não tem como auxiliar a sociedade, sem bater de frente com a sua filosofia.
Já os meios de comunicação, sempre tiveram a função de apenas "informar"...Seja através de "bardos" cantando batalhas ou pombos correio carregando mensagens.
O fato é que o homem (o pensante, não o da massa) se aproveitou da idéia de "comunicação de massas" e usou tal ferramenta para funções aquém "informar".
Agora pergunto... Sabendo que a grande população é sugestionável (manipulável, induzível...chame como quiser)...E sabendo que a sociedade para desenvolver-se precisa de pessoas críticas capazes de refletir para então produzir.... E ainda, sabendo do poder de alcance que a imprensa possui...
Você não acha que a Imprensa deveria desenvolver um papel social maior do que simplesmente informar seguindo linhas e filosofias específicas e limitadas?
Não acredita que a Imprensa, com o poder que tem, deveria ser a entidade responsável por propagar a criticidade entre os homens?
E caso não acredite... diga-me ... de quem é essa função?
Do Estado? Poupe-me né...

  NANDO DAMÁZIO

4 de junho de 2008 16:44

Cara, é indiscutível que a televisão exerce sim grande influência na mentalidade do público, e esta influência vem para o bem e para o mal, pois pouquíssimas pessoas são capacitadas para distinguir o que deve ou não ser absorvido.

Bem, e eu digo "para o bem e para o mal" porque temos vários fatores e podemos ir de um extremo ao outro, basta citar alguns exemplos... Vejamos então o caso das novelas, que é o que mobiliza o país diante da Tv:

Uma cena como a que foi exibida na novela "Duas Caras" em que a personagem Gioconda sobe em um palanque na favela e profere um discurso memorável diante do povo, alertando-o sobre o valor do voto, com esclarecimentos fundamentados na responsabilidade e ética nas urnas, caso influencie mesmo o público será então uma influência benéfica, que induz à reflexão e à conscientização. Neste caso a influência exercida é positiva sim, até porque não podemos acreditar que a televisão é o monstro responsável por todas as mazelas da sociedade. Mas, é como eu disse, o poder que ela tem de atingir as massas é enorme e também pode propiciar influências negativas, e vamos admitir que elas são muitas. E aí eu já nem preciso me ater somente às novelas, posso falar até dos desenhos animados que tem classificação livre e todas as crianças assistem, mas que contêm cenas de heróis valentes que lutam, matam, sempre usando de violência extrema, totalmente negativa para uma criança que ainda não tem nenhuma mentalidade formada e depois vai brincar com os amiguinhos de herói de desenho animado. Pode parecer um detalhe sem importância, mas a criança absorve sim e tudo que ela adquire durante a infância serve como base para ela construir sua personalidade, vai refletir na formação adulta.

A televisão deve ser muito cautelosa com o que leva ao ar, mas nem sempre é assim porque, como empresa, ela tem seus interesses, suas prioridades. Aí já são outros quinhentos, aí já entra no meio a politicagem, a informação "camuflada", que a gente sabe que existe mesmo e não é de hoje. Informação "camuflada" em forma de verdade incontestável, mas que é transmitida de uma forma que atenda a certos interesses, negociações, tretas e coisas do ramo empresarial. Um clássico disso é a eleição do Presidente Collor, hoje em dia é mais que claro que quem colocou Collor no poder foi a Globo. Na época ela exibiu o debate dele com o Lula de uma forma trabalhada, uma edição requintada, favorecendo vivamente apenas um lado e oprimindo o outro. Não que eu esteja defendendo o Lula aqui, estou apenas descrevendo a situação ocorrida. E o povo, maravilhado diante daquele homem espetacular que a Globo produziu, não pensava duas vezes para quem dar seu voto. Porém, quando a bomba estourou e a máscara caiu, aquele homem já não atendia mais aos interesses da Organização e ele se ferrou sozinho, desceu do palanque e entregou a faixa debaixo da ira de uma parte da população que ainda pensava, reagia e ia às ruas gritar pelo que lhes era de direito.
Enfim, este é apenas um exemplo entre tantos outros que a História presenciou. Posso dizer, sem medo de errar, que a mentalidade do povo é construída em grande parte com base no conteúdo da televisão e, como organização empresarial, ela se aproveita disso sem pudores!

O que podemos fazer? Aí você vai achar que estou delirando, mas é o que penso: estudar! É isso o que devemos fazer e obrigar nossos filhos a estudarem cada vez mais, para que se tornem homens pensantes, capazes de assimilar informações e usá-las a seu favor. Claro que a educação pública no Brasil passa longe de ser das melhores e precisamos de políticas urgentes em relação à isso, mas não é por causa disso que vamos deixar de pôr nossos filhos na escola. Que eles estudem, e estudem muito, incansavelmente, pois só assim se tornarão Cidadãos de verdade.

Bem é isso, fico feliz que você tenha aberto espaço para esta dicussão e tenha gostado do meu, agradeço imensamente seu gesto de indicar um texto meu no seu blog e trazer meu banner pra cá. Claro que eu não poderia deixar de te linkar também, pois este agora é um dos meus blogs de leitura diária.
Abração, cara, té +!

  João

26 de junho de 2008 21:09

Victor,

Há razões para esta situação,e elas não são modificáveis facilmente,pois os médias fazem parte do sistema económico,aproveitam-se e são mensageiros dele.
E esta é a lógica por detrás de muita incultura desnecessária e prejudicial para a evolução humana.

O sistema teria que mudar para que os média mudem,eles são empresas normais de lucro,os seus objectivos são as audiências e publicidades,eles não estão com a mínima preocupação em dar qualidade.

Assim cabe a nós rejeitarmos aqueles que não prestam,e consumirmos os melhores conteúdos.

Abraço amigo,
joao

  Gato-do-mato

27 de junho de 2008 12:42

Obrigado pelo comentário João!

Sinceramente nunca tinha ouvido esse termo: "médias". Com certeza penso dessa maneira. Com o sistema que vivemos somos controlados querendo ou não....fica difícil lutar contra não é?

O problema dessas empresas que só querem lucro é realmente esse, SÓ querem lucro passando por cima de tudo o que estiver na frente.

E sim, devemos rejeitar os programas que não prestam, minha preocupação é que muitas pessoas caem nessa "rede" e ficam alienadas por coisas inúteis, quando tem tanta coisa acontecendo no mundo.

Eu queria muito encontrar um jeito de ajudar a acabar com isso e com essa mídia que nna verdade é só um meio de controlar o sistema!

Abraço!

  Fernanda

20 de julho de 2008 23:20

Salve produtores de intenções..

Não sei se já refletiram com seus nervos de aço, mais lembram daqueles free lancers passa passando panfletos comerciais pelas ruas movimentadas todo santo dia? Já prestaram bem atenção em que a maioria das "massas corridas" jogam o papel sem nem ao menos ler? Porque será? Exercitem a mente de vocês. Imaginem na porta da sua casa ou edíficio. Vocês acordam e quando se deparam na porta, milhares de panfletagem impressas nas melhores copiadoras da cidade. Quanto dinheiro jogado fora, sem falar do "bico" ou "salário" do entregador. Dá-lhe dim dim. Tudo bem, tudo bem, os consumistas de plantão amam o novo livro de cabeceira deles: panfleto do supermecado tal, panfleto da boutique ultra tal. Imaginem os gerentes de vendas como estão contentíssimos com aquele ditado: cliente satisfeito, adeus concorrência! Mente do empreendedor: pense no seu sucesso! Mente do cliente: quero mais.

Sociedade de consumo. Imprenssa sensacionalista. Desperdício. Oras, palavras da moda não há. Mais pra gente, há um novo recomeço, porque não vamos dizer que isso é natural. Personalidades fracas porém humanas, o que é natural. O que não é natural é o sistema, que não é nós, mais nosso comodismo sem responsabilidade. Somos donos de cada ato neste mundo, e estamos cansados de ser tratados como formigas. Se podemos agir tudo é tempo de mudar, pois não digam que o sistema é natural. Porque não é.

A comunicação é uma comunhão espiritual. Desenvolvemos a fala para tal recurso. Agora temos a televisão com vários intercessores da voz bonita passando informações do mundo todo. Se questionem. Já imaginaram como a mídia nos transforma em observadores passivos? Como muitos tem uma terrível recaída pelas tragédias do mundo. Mais já se sentiram em ver que é notícia rápida e concisa. Sem detalhes, é tanta informação que dá uma sinusite. O casal na cama assistindo jornal, assistem a tragédia de uma floresta desmatada. Refletem na certa consciência universal perante os problemas acontecendo e dizem que querem mudar, fazer por onde. Mais outra informação no jornal aparece, é automático o esquecimento da tragédia ambiental. Agora é aquela aula de etiqueta com Glória Kalil ensinando em sermos zumbis arrumadinhos. Essas questões dispersam, ninguém se encontra de verdade no que lutar, a fé é passageira.

Qual a solução em tudo isso?

Uma cultura de resistência é uma boa. A resistência não é fútil. A criatividade e o espírito dinâmico que recusa-se a submeter-se. Está nas suas mãos.

Jogar tanto dinheiro fora, comida fora, papel fora, e, tanta família comendo gato de rua sem colher nem faca. É o excesso do caos sem limites. É hipocrisia dos que não se reconhecem como humanos ou patrimônio da natureza. Nada de peculiar na "massa corrida", nem existe mais um humor inteligente em relação a esta tragédia mental dos zumbis. É torcer para que a falta de voz seja ouvida.

  Egberto Lima - Corretor de Transações Imobiliárias

31 de março de 2009 00:20

Vejo pessoas estudadas, porém despreparadas e desavisadas.
A Mídia é inocente? se é verdade porque então os produtores destas mídias estudam tanto nossos sentidos? A Tv por si só já exerce seu papael hipinótico em nosso lóbulo frontal por causa da repetição de imagens, isso quer dizer que quando ligamos a tv e passamos horas engolindo todo o lixo (lixo muito bem estudado e calculado) estamos totalmente dominados pelos geradores desta mídia. É uma covardia sem tamanho, de um lado um povo sem muita cultura, de outro lado os estudiosos da mídia e de nossos sentidos, eles sabem tudo, o que tal cor transmite ao nosso subconsciente através de mensagens subliminares, etc.... Em todos os filmes existem o Roteiro psicológico, que é a arte de fazer o individuo passar por emoções que levaram a outras emoções, e assim deixar se envolver pelo filme.
Temos tanta coisa a falar a respeito disso, mas sou apenas um leigo no assunto, por esse motivo não assisto televisão a alguns meses. Parem e reflitam...
A Mídia é a arte de seduzir a pessoa a comprar o que não precisa, com o dinheiro que não tem, na hora em que não controla, para parecer o que não é, perante as pessoas de quem nem gosta!
Inocente?